domingo, 20 de outubro de 2013

BLINDAGEM CONTRA ESPIONAGEM

Postado por Berto Filho

A presidente Dilma mandou o Serpro blindar as informações e comunicações do governo. Quer barrar a espionagem do governo americano, e, para isso, pensa ser possível enfiar um supertrojan ou criptografia viscosa para embaralhar a comunicação espionada.
Fui buscar na internet algo que me trouxesse a certeza tecnológica de que é possível atender a exigênca da presidente.
O que encontrei, por enquanto, foi este link, que diz que a espiadela é inevitável.


Veja e ouça você mesmo e tire a sua conclusão.  

DUETO MARAVILHOSO EM "OLHOS NEGROS"

Postado por Berto Filho

"Olhos negros" com Emilio Santiago e Nana Caymmi.
Quer mais ?
http://www.youtube.com/watch?v=znba9GTyFDw

COLÍRIO PARA OS OUVIDOS

Postado por Berto Filho

Relaxe que é domingo, 
Não ligue a TV.  Não polua sua mente. Leia um livro. Leia este blog.
"My One and Only Love" com Roberta Gambarina, cantora italiana com sotaque de New York. 
Não precisa agradecer...

http://www.youtube.com/watch?v=FW-1FFX8wzU


CARDEAL BERGOGLIO : A POBREZA E OS POLÍTICOS

Postado por Berto Filho

Peguei na internet.  Está em vários sites.
A entrevista que segue abaixo teria sido concedida a um jornalista chamado Chris Mathews, que trabalha (ou trabalhava na época) no canal norte-americano MSNBC pelo atual Papa Francisco quando ainda era o desconhecido Cardeal Bergoglio da Argentina. Vou reproduzi-la na suposição de que foi realmente concedida, embora não tenha sido exibida (conforme o texto sublinha), e porque o seu conteúdo é uma confissão realista de uma realidade surrealista e uma verdadeira aula para os políticos de todas as faixas e esferas de poder. Quem tiver acesso ao Papa Francisco pode lhe perguntar se ele realmente pensa assim e se as palavras colocadas em sua boca foram mesmo pronunciadas por ele.

"Começa a circular a transcrição de uma entrevista feita com o atual Papa quando ele era o então cardeal Bergoglio, na Argentina. Na realidade foi uma emboscada realizada pelo jornalista Chris Mathews, da MSNBC, mas Bergolio encurralou Mathews de tal forma que a entrevista nunca foi ao ar, porque, ao perceber que seu plano havia falhado, Mathews arquivou o vídeo.
Porém, um estudante de Notre Dame, que prestava serviços sociais na MSNBC, apoderou-se dele e o deu para seu professor.
O destaque da entrevista é a discussão sobre a pobreza.A entrevista começou quando o jornalista, tentando embaraçar o Cardeal, perguntou-lhe o que ele pensava sobre a pobreza no mundo.
O cardeal respondeu:
- Primeiro na Europa e agora nas Américas, alguns políticos têm se dedicado a endividar as pessoas, fazendo com que fiquem dependentes. E para quê? Para aumentar o seu poder. Eles são grandes especialistas em criação de pobreza e isso ninguém questiona. Eu me esforço para lutar contra esta pobreza. A pobreza tornou-se algo natural e isso é ruim. Minha tarefa é evitar o agravamento de tal condição. As ideologias que produzem a pobreza devem ser denunciadas. A educação é a grande solução para o problema. Devemos ensinar as pessoas como salvar sua alma, mas ensinar-lhes também a evitar a pobreza e a não permitir que o governo os conduza a esse estado lastimável
Mathews ofendido pergunta:
- O senhor culpa o governo?
- Eu culpo os políticos que buscam seus próprios interesses. Você e seus amigos são socialistas. Vocês (socialistas) e suas políticas, são a causa de 70 anos de miséria, e são culpados de levar muitos países à beira do colapso. Vocês acreditam na redistribuição, que é uma das razões para a pobreza. Vocês querem nacionalizar o universo para poder controlar todas as atividades humanas. Vocês destroem o incentivo do homem, até mesmo para cuidar de sua família, o que é um crime contra a natureza e contra Deus. Esta vossa ideologia cria mais pobres do que todas as empresas que vocês classificam de diabólicas”.

Replica Mathews:
- Eu nunca tinha ouvido nada parecido de um cardeal.
- As pessoas dominadas pelos socialistas precisam saber que não têm que ser pobres.
Ataca Mathews:
- E a América Latina? O senhor quer negar o progresso conseguido?
- O império da dependência foi criado na Venezuela por Hugo Chávez, com falsas promessas e mentindo para que se ajoelhem diante de seu governo. Dando peixe ao povo, sem lhes permitir pescar. Se na América Latina alguém aprende a pescar é punido e seus peixes são confiscados pelos socialistas. A liberdade é castigada.  Você fala de progresso e eu falo de pobreza. Temo pela América Latina. Toda a região está controlada por um bloco de regimes socialistas, como Cuba, Argentina, Equador, Bolívia, Venezuela, Nicarágua. Quem vai salvá-los (a América Latina) dessa tirania?
Acusa Mathews:
- O senhor é um capitalista.
- Se pensarmos que o capital é necessário para construir fábricas, escolas, hospitais, igrejas, talvez eu seja capitalista. Você se opõe a este raciocínio?
- Claro que não, mas o senhor não acha que o capital é retirado do povo pelas corporações abusivas?
- Não, eu acho que as pessoas, através de suas escolhas econômicas, devem decidir que parte do seu capital vai para esses projetos. O uso do capital deve ser voluntário. Só quando os políticos confiscam esse capital para construir obras públicas e para alimentar a burocracia é que surge um problema grave. O capital investido voluntariamente é legítimo, mas o que é investido com base na coerção é ilegítimo.
- Suas idéias são radicais, diz o jornalista.
- Não. Há anos Kruschev  advertiu: "Não devemos esperar que os americanos abracem o comunismo, mas podemos ajudar os seus líderes com injeções de socialismo, até que, ao acordar, eles percebam que abraçaram o comunismo". Isto está acontecendo agora mesmo no antigo bastião da liberdade. Como os EUA poderão salvar a América Latina, se eles próprios se tornarem escravos de seu governo?
Mathews replicou:
- Eu não consigo digerir (aceitar) tal pensamento.
O cardeal respondeu:
- Você está muito irritado porque a verdade pode ser dolorosa. Vocês (os socialistas) criaram o estado de bem-estar que consiste apenas em atender às necessidades dos pobres, pobres esses que foram criados por vocês mesmos, com a vossa política. O estado interventor retira da sociedade, a sua responsabilidade. Graças ao estado assistencialista, as famílias deixam de cumprir seus deveres para obterem o seu bem-estar, incluindo as igrejas. As pessoas já não praticam mais a caridade e veem os pobres como um problema de governo. Para a igreja já não há pobres a ajudar, porque foram empobrecidos permanentemente e agora são propriedade dos políticos. E algo que me irrita profundamente, é o fato dos meios de comunicação observarem o problema sem conseguir analisar o que o causa. O povo empobrece e logo em seguida, vota em quem os afundou na pobreza."

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

PREPÚNCIO, O TEVENAUTA

Postado por Berto Filho

Prepúncio, o tevenauta, é um senhor aposentado que vê televisâo de manhã à madrugada. Decorou até comerciais, chamadas, receitas de bolos e tortas, comidas saudáveis, como espantar a feiura, o placar da rodada, preços de liquidações, onde comprar mais barato, as principais notícias dos telejornais, se os Black Blocs botaram pra quebrar no fim da manifestação, as fococas e intrigas dos programas da tarde onde apresentadoras antecipam o que vai acontecer na principal novela da Globo, misturam crimes hediondos com revelações mediúnicas, venda de Omega 3 e remédio que faz nascer cabelo em bola de bilhar com uma cara de pau que dá gosto... revelam quem acaba de sair do armário. dicas para emagrecer e um monte de informações que não servem para nada.

Prepúncio é um entregador de pizza, quer dizer, de segredos de alcova como poucos nessa cidade. 

Olha só o que ele teve a coragem de dizer numa roda de senhoras de meia idade que foram à sua casa tomar o café das 5  e também jogaram suas granadazinhas na direção dos políticos. 
Eu estava atrás da porta, escutei, anotei e conto.

“Os velhos políticos safados de sempre estão aí na TV saindo do bueiro que nem barata na chegada do verão, deitando falação sobre o mal que nos aflige e o bem que eles dizem representar. A cura. Garotinho, Cesar Maia, Maluf ... prefeitos em quarto mandato... senadores eternos como Renan e Sarney ... Cabral ... 

Não, Cabral já tá fora, perdeu o bonde no meio do caminho e deixou o mordomo Pezão tomando conta do Guanabara. O poste Dilma assobia e chupa cana ao mesmo tempo : governa e faz campanha ... imita Lula ... e até o Lula vai entrar nessa galeria de chatos zumbindo no meu ouvido que não é penico ? ... ah, não, de novo ? esse não... vem aparecendo nas fotos da Dilma como papagaio de pirata. De presidente a cabo eleitoral ? Caiu na segundona ... 
É. mas ele não é o verdadeiro dono dos votos em Dilma, o Lula de saia ? Viaja pelo mundo dando palestras e palpites sobre “liberdade” de imprensa. Logo ele, que não é chegado a jornalista que não puxa o seu saco. 

O Aécio pelo menos chama para conversar ... e a árvore Marina quase foi destroçada pelo trator do TSE. Dizem que o piloto do trator é do PT. Eduardo Campos salvou-a da motosserra e a recolheu ao ninho do PSB. Campos é novato, não tem rejeição nem é muito conhecido. Ah, sim, vai ficar bem conhecido agora como o capataz da chácara da Marina. Só falta o Campos ficar de tanga, se fantasiar de cacique e fazer pajelança pra chover no sertão.
Esses caras mais antigos que já governaram, fracassaram e encheram a burra de nota preta e mansões em Miami tinham que devolver a grana surripiada, ir em cana e ser empalhados ou mumificados.

Eu sou dos que não aguentam mais ouvir a voz desses charlatães e a xaropada fria que servem nesses comerciaizinhos ridículos que os partidos ganham à custa da renúncia fiscal de IR das empresas de comunicação. Depois de novamente eleitos pelo voto errático dos primatas teremos que nos curvar de novo ao poder de suas canetas ?
Parem com essa baboseira !
Tirem esses ratos de esgoto do sofá da minha sala de 
jantar !” 


Prepúncio é da pá virada... e teve um surto.

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

JOGOS AMBIENTAIS E POLÍTICOS

Postado por Berto Filho

Os treinos para o jogo da sucessão presidencial e os torneios das sucessões estaduais seguem animados nos gramados e arenas, com alguns carrinhos por trás, cotoveladas no rosto sucedidas por afagos e sopradas para não doer, joelhadas nos países baixos, rabos de arraia, pontapés na orelha e algumas rasteiras bondosas, tudo às escâncaras, na frente da mídia e da sociedade. 

As táticas e golpes variam conforme o adversário que o candidato escolhe para duelar. A diferença para o futebol e outros esportes coletivos é que o candidato não está sujeito à federação que organiza o campeonato. O que define a escolha do adversário e a tática é a pontuação na pesquisa.

Dilma está na dianteira com folga relativa mas terá que trabalhar muito com a caneta poderosa e seu cabo Lula para a canoa das intenções de voto não virar por um solavanco de alta magnitude.

Mais afeita ao jiu jitsu, uma das modalidade de lutas que compõem o MMA (Mixed Martial Arts), a peso-pesado Dilma, de quimono vermelho, escolheu o frágil graveto Marina, de quimono verde, para um pega verbal tematizado no desenvolvimento com sustentabilidade, na produção rural compatível com a preservação do meio ambiente. A floresta petista com seus duendes contra a floresta marinista com seus arcanjos e armadilhas.


Dilma quer levar Marina para lutar no chão onde pretende imobilizá-la com uma chave de agroecologia.
A plateia de petistas e movimentos sociais, como o MST, urra de alegria pelas 100 desapropriações de terras, de uma tacada só, que, segundo Dilma anunciou ontem (17), serão feitas até o fim do ano para salvar a lavoura da reforma agrária. Marina sai dessa chave de verdura com agrotóxico, se recompõe e reage com uma passagem de guarda hidropônica sacada das profundezas da teoria econômica. Se Dilma ataca de ecologia, Marina contra ataca de economia, o tal tripé controle da inflação, equilíbrio fiscal e câmbio flutuante. Seria esse o calcanhar de Aquiles da economia dilmática.

A inflação renitente, mantida em alta pela ganância de setores do comércio, entre eles os de supermercados, farmácias e planos de saúde, é o principal adversário de quem está no governo, porque é responsável por tudo de errado. A propaganda do que está dando certo se dilui, são palavras ao vento. O que pesa no bolso tem mais potencial de mudança de intenção de voto do que denúncias de corrupção, julgamento do mensalão, transas de Rosemary e malfeitos similares. Povão que recebe bolsa família não acredita nisso e decide uma eleição. 


Ao escolher Marisa para lutar no tablado, Dilma desdenhou de Aécio como se tivesse pensado em voz alta em dueto com o seu marqueteiro João Santana : “Aécio nem é o candidato do PSDB ainda, o Serra está na cola dele e o Aécio nem está com essa bola toda nas pesquisas, então por que vou me preocupar com ele ?” 

Há uma certa semelhança e também diferenças sutis entre o marketing político e o marketing comercial. No marketing político, o produto com qualquer rótulo ou embalagem é gente, pensa, interage, atua, muitas vezes fora das regras e da orientação do técnico. No marketing comercial, a marca que está em segundo lugar na preferência chama para a briga a marca que está por cima. 

Duelar com o campeão de audiência (Dilma) – como a Record faz hoje com a Globo e o SBT chegou a fazer durante um certo tempo quando se vangloriava de ser o campeão da vice-liderança - é o caminho mais curto e frontal para chegar ao topo.  Só que a distância entre as duas emissoras ainda é muito grande para ser zerada nos próximos 10 u 20 anos, a menos que haja um controle totalitário dos meios de comunicação e a Globo, alvo principal da Lei de Meios, venha a ser vítima.de asfixia econômica e financeira irreversível. Atualmente, o sistema Globo estaria recebendo R$ 7 de cada R$ 10 investidos em propaganda pelo governo federal. Mídia técnica. O governo, inteligente, gasta mais onde é mais visto, mais lido e mais ouvido. Mais de R$ 6 bilhões desde 2000.


Já a distância  entre Dilma e a soma das oposições não é tão confortável e pode ser descontada em alguns meses, dependendo dos erros e acertos no exercício do mandato.
Como lembrou Zuenir Ventura em artigo publicado recentemente no Globo e neste blog, Marina talvez queira reeditar com Dilma o “empate”, tática de resistência pacífica aprendida com Chico Mendes e usada contra os desmatadores da Amazônia. Recrutando mulheres e crianças, formava uma barreira humana que era colocada entre os tratores, as motosserras e as árvores a serem abatidas, deixando o inimigo sem ação. Se não o vencia, pelo menos impedia o seu avanço. 

Conta Zuenir : “Em um desses confrontos, que se tornou lendário, cerca de cinquenta policiais armados tentavam garantir o desmatamento diante de cem seringueiros. De repente, estes começaram a cantar o Hino Nacional e os soldados se perfilaram em posição de sentido. Só restou ao comandante da operação suspender a derrubada.”
Como seria o "empate" de Marina para evitar a derrubada de intenções de voto nela e no Campos pelas motosserras do Planalto ?  

Já Dilma foi guerrilheira, suas táticas eram bem mais agressivas, nada tinham de parecido com a romântica e assombrosa resistência pacífica da esquálida Marina. A nova imagem da Dama de Vermelho com retórica de executiva mandona parece ter sepultado a jovem um tanto quanto feia, de óculos, deselegante, cabelos desgrenhados, agitadora e militante do terror contra a ditadura.


Entraram em clinch, o juiz virtual do bom senso separa, as atletas vão para o centro do ringue e a luta recomeça. 
Dilma voltará a malhar na academia eleitoral reforçando a musculatura para um 2o turno com Marina ou Campos ou Aécio. Para enfrentar cada um, Dilma estoca munições e armas letais de grosso calibre. E cada um dos candidatos da oposição também acumula argumentos para uma guerra de palavras que promete ir muito além das fronteiras da temperança. Em ano de Copa do Mundo e manifestações nos entornos dos estádios superfaturados, potencialmente dispersáveis por um pesado dispositivo de segurança policial e militar.      

Mas esse é apenas um momento da disputa. Outras circunstâncias e imprevistos podem mudar a correlação de forças. Aécio deu cartão vermelho para palanque duplo em estados governados pelo PSDB. Realmente não faz sentido o governador Alckmin pedir voto para Campos e não para Aécio no palanque paulista do PSDB. No momento, Geraldo Alckmin não é um bom chamador de votos porque está sob marcação cerrada de manifestantes e, pior, incluído, com Serra, na questão do superfaturamento na compra de trens e vagões do metrô de São Paulo. 


Cada um vai tratar de defender o seu território das investidas de futuros aliados no 2º turno. Talvez seja um caminho para reanimar e oxigenar a política nocauteada nas ruas em junho quando manifestantes se consideraram (e talvez ainda se considerem) não representados pelos atuais partidos. 

A “briga” entre os candidatos das oposições por subida no ranking deve parecer autêntica, inclusive com provocações entre militantes do PSB, PSDB e partidos que estejam dispostos a apoiar os candidatos de ambos. Essa briga aparente, estratégica - o PT, o PMDB e a nação já sabem. - entre Campos-Marina (ou Marina-Campos) e Aécio e/ou o Serra (haverá mais alguém chegando de surpresa ?) é para unir as oposições, forçar o 2º turno e no segundo turno todos se unirem em torno do nome que chegar lá com Dilma, supondo que o cenário com Dilma na frente não se modifique até o começo da campanha eleitoral.     

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

SHOW DE PIANO AO CAIR DA TARDE

Postado por Berto Filho

Meu pai foi pianista antes de iniciar a compor. Talvez por isso seja lugar comum oferecer aos leitores os pianistas que aprecio, como George Shearing, Bill Evans, Clare Fischer e esse Dick Hyman.

Dick Hyman dá uma aula de piano e harmonias criativas em
"I Can't Get Started With You" e, em seguida, numa canção de "Porgy and Bess", de Gershwin
Dá um tempo na leitura de política e mergulha na imaginação, nas notas musicais.
Aqui a Lei Seca não vale. Pode beber à vontade. Ou tome o seu chá das 5, britanicamente.

http://www.youtube.com/watch?v=zf7pVXUkMbM